Nota prévia: a baixa imersividade, ao contrário do que poderia ser esperado, pode ser visto como uma mais valia num jogo.
Mais imersivo (inicio) Menos imersivo (fim)
Cantr2
NationStates
MagicArena
Gtracer
Nota prévia: a baixa imersividade, ao contrário do que poderia ser esperado, pode ser visto como uma mais valia num jogo.
Mais imersivo (inicio) Menos imersivo (fim)
Cantr2
NationStates
MagicArena
Gtracer
Quando detenho um carro no GTRacer, esse carro é único possivelmente. Pode ser reproduzido, até certo ponto, mas conta-se com um grau de dificuldade no processo de reprodução. O carro pode até ser verde e portanto mais raro. Pode até ser purpura, e portanto único no jogo (ou quase único, penso que é assim). Deste modo, podemos falar de algo muito semelhante aos NFTs - uma entidade digital não reproduzivel (ou dificilmente reproduizível). A diferença está nos termos da sua transacionabilidade. No jogo GTRAcer podemos vender os carros, num NFT, vendemos o eventual carro a alguem que está potencialmente fora do próprio jogo. Não que tal não pudesse ser feito por outras vias, não recorrendo a NFTs, mas estes vêm normalizar, protocolizar o processo.
PS: Num outro jogo - NationStates, existem um conjunto de cartas colécionáveis. O jogo regista a quantidade de elementos de cada carta que existe, dando para perceber por ai a sua raridade. Estas cartas continuam a ser fungíveis, mas aproximam-se muito do conceito de NFT, que aliás, em plataformas como o OpenSea permitem mesmo a cunhagem em séries, introduzindo alguma fungibilidade a estes NFTs.