Mitos e Positividade

Myths, whether in written or visual form, serve a vital role of asking unanswerable questions and providing unquestionable answers. Most of us, most of the time, have a low tolerance for ambiguity and uncertainty. We want to reduce the cognitive dissonance of not knowing by filling the gaps with answers. Traditionally, religious myths have served that role, but today — the age of science — science fiction is our mythology.” Author – Michael Shermer

Acerca do empreendorismo...

Comentário a um discurso de Barak Obama (em epigrafe)

Considero que a responsabilidade das instituições, do contexto político-económico, social, familiar, é um fator que exerce uma grande influência no modo como o individuo consegue crescer e formar-se enquanto cidadão não passivo, no mundo que o rodeia e no qual interage.

Estou igualmente de acordo com a visão de que o referido acima não é, contudo, suficiente para alcançar o desenvolvimento e realização pessoais desejados, surgindo então a iniciativa pessoal e a cultura de iniciativa como um aspeto necessário que deverá e poderá ser incentivado pela educação para o empreendedorismo.

Subscrevo igualmente a importância da procura de uma vocação, visando a descoberta de algo em que se é bom, como ferramenta potenciadora da aprendizagem e do empenho próprio. Contudo, uma tal paixão pelos temas do interesse pessoal não serão suficientes para uma coexistência societária em que o indivíduo venha a ser capaz de se realizar, nomeadamente através do exercício bem-sucedido da tal competência ou área de atividade que almeja exercer. Acrescento, à semelhança do que é referido no discurso de Obama, que o saber, o know-how, são determinantes para o desenvolvimento das competências e considero altamente desejável a dotação de conhecimentos que propiciem e potenciem a ação, quer seja ação de estudo no percurso de aprendizagem escolar, ação de intervenção social, ou a ação de desenvolvimento de trabalho de elevado valor em contexto profissional.

As vantagens do empreendedorismo no âmbito desta problemática da educação podem passar pela atitude de privilegiar uma abordagem focada na resolução de problemas, aspeto que pode ser mobilizado naquelas diversas instâncias, seja a resolver de forma pragmática as questões da responsabilidade das instituições de ensino – procura de intervenção eficaz no âmbito da gestão escolar - seja a de encarar a descoberta da vocação de forma otimista e descomplexada, abrindo as mentalidades para uma abordagem que privilegie a exploração de diversos âmbitos e áreas disciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares, ocupacionais, ideológicos. Desta forma deverá procurar-se evitar uma sectorização estéril dos saberes, muitas vezes aplicados de forma impositiva nas escolas, não deixando grande margem para o aluno experimentar seguir o seu próprio caminho, ou tentar usar uma abordagem diferente e mais pessoal, sem ter medo de errar. O sistema educativo, dada a sua limitação de recursos e o peso da tradição do seu modelo de funcionamento com grande estanquicidade entre as diversas áreas e disciplinas, acaba por não possibilitar vias alternativas tanto quanto seria desejável.




"Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso."

Barack Obama, Setembro 2012.

Tema a desenvolver: acerca de vida nómada ...

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"We won't meet the needs for more and better higher education until professors become designers of learning experiences and not teachers" Larry Spence, 2001